• Mestre Galo Preto (PE)

    O showcase do "menestrel do Coco" será no dia 1 de fevereiro, na Praça do Arsenal da Marinha. E de graça, pra quem quiser chegar! No palco, o mestre, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, comemora 70 anos de carreira.

    Data: 1/2
    Hora: 23h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Isadora Melo (PE)

    Uma das apostas máximas da nova safra de cantoras brasileiras, a pernambucana Isadora Melo apresenta no palco do Porto Musical, em showcase aberto ao público, músicas do do álbum de estreia "Vestuário". Isadora ousa em um formato acústico, com refinamento de arranjos pouco explorado em sua geração. Aos 24 anos, sua voz, referência pela precisão e personalidade, está presente em diversos discos da cena pernambucana contemporânea, cruzando fronteiras em participações na televisão, como na série televisiva "Amorteamo" e, no teatro, onde alcançou protagonismo no espetáculo "Dorinha, meu amor", dirigido por João Falcão.

    Data: 1/2
    Hora: 20h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Renata Rosa (SP/PE)

    Dona de uma premiada trajetória, com o álbum de estreia "Zunido da Mata" (Prêmio Choc de L’année – Le Monde de la Musique) e ganhadora do Prêmio da Música Brasileira e indicação de Melhor Álbum pela World Music Central por seu segundo álbum, "Manto dos Sonhos", Renata Rosa nos traz ao Porto Musical o show de seu novo álbum, "Encantações".

    Data: 1/2
    Hora: 21h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Jr.Black (PE)

    Cronista de versos afiados e voz potente, o artista está em pleno circuito de lançamento do seu segundo disco solo, "Vende-se". O álbum tem produção musical de Yuri Queiroga e Juliano Holanda, onde apresenta nove narrativas que tangem o pessoal, o extraordinário e o sentimento. Figura presente na cena recifense desde a década de 90, onde junta entre outras dezenas de produções, a voz da marcante na banda Negroove, Jr. Black embebenda-se das transformações sociais e urbanas e destila seu olhar ora crítico, ora lúdico, sobre temas tão comuns às pessoas.

    Data: 1/2
    Hora: 22h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Ifá (BA)

    Nascida em Salvador no ano de 2013, a banda instrumental IFÁ, cujo nome representa o oráculo africano e a sigla para junção inventiva entre Ijexá, funk e afrobeat, integra um movimento independente quem vem ressignificando o cenário musical baiano.
    Com apresentações expressivas em diversos festivais, a IFÁ foi um dos destaques do Prêmio Caymmi de Música em 2016. No mesmo ano,
    lançou o álbum “Ijexá Funk Afrobeat” fruto do edital Natura Musical 2015.

    Data: 1/2
    Hora: 00h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Flávia Coelho (FRA/BRA)

    Flavia viajou por muitas estradas do mundo. Dos morros do Rio de Janeiro às ruas de Paris, a artista sente-se em casa em todo lugar onde é bem-vinda. E no Recife, dia 2 de fevereiro, no palco do #PortoMusical, não será diferente. O público pernambucano certamente vai abraçar o show de seu terceiro álbum, "Sonho Real".
    Filha de nordestinos, Flávia viveu a cultura brasileira profundamente e, em paralelo, vivendo na França, criou uma interpretação enraizada da música brasileira, fugindo de rótulos e padrões de exportação. Você também vai se sentir em casa ao lado dela.

    Data: 2/2
    Hora: 20h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Almério (PE)

    Uma das principais vozes da atual cena recifense da canção, Almério está em fase de divulgação do seu segundo disco "Desempena", com patrocínio do programa Natura Musical. Nascido em Altinho, Pernambuco, o cantor, sempre potente em cena, vem nos últimos três anos em elevado crescimento da carreira artística e ganhando espaço nos principais palcos do país. Em 2017, esteve no Rock in Rio em show ao lado de Johnny Hooker e Liniker.

    Data: 2/2
    Hora: 21h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Barro (PE)

    Barro é conhecido na cena musical do Recife e vem conquistando espaço pelo Brasil e também na Europa. O disco solo de estreia, "Miocárdio", o primeiro projeto solo do cantor, compositor e instrumentista. Há dez anos na estrada, colaborou em diversos grupos, sendo um dos idealizadores da Banda Dessinée.
    O disco foi produzido com a colaboração de William Paiva, Rodrigo Samico e o paulistano Gui Amabis em cinco canções, possui múltiplos tons, vozes e arranjos em uma viagem musical que sintetiza suas vivências em canções ensolaradas com melodias fortes, criando um pop brasileiro conectado com sonoridades universais.
    Ao Vivo Barro segue nos vocais e guitarra. Completam o trio os músicos Ricardo Fraga (bateria, spds) e Guilherme Assis (baixo e sampler).

    Data: 2/2
    Hora: 21h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Tássia Reis (SP)

    Com letras fortes, Tássia usa de beats pesados e rimas embaladas para transmitir versos que dão voz às questões que permeiam o universo de um povo constantemente silenciado.
    Poderia simplesmente ser definida pelas suas características artísticas, como compositora e cantora, nascida em Jacareí (SP) há 27 anos, que faz do hip hop sua arma contra e à favor do mundo. Mas ela é bem mais que isso – é uma usina criativa de convicções, em que seu discurso tão feminista quanto libertário (nas mais diversas vertentes, da intolerância à opressão emocional) dita canções sublimes, embaladas por sua doce voz em gêneros abertos, do rap ao reggae.

    Data: 2/2
    Hora: 23h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Eddie (PE)

    Com quase 30 anos de estrada, a banda Eddie é uma dos principais responsáveis pela renovação do frevo. Levando na mochila toda a alegria das ladeiras de Olinda, juntamente com sua bagagem
    de mais de 25 anos de estrada, o grupo formado 1989 - período de gestação do
    movimento Manguebeat - faz a mistura contagiante de rock, frevo, samba, reggae e surf music, equilibrando a exaltação da festa e a crítica social, o bailinho e o "frevor".

    Data: 2/2
    Hora: 00h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Sofia Freire (PE)

    Dona de uma performance musical que transita pelo o que se compreende por erudito e eletrônico, com incursões experimentais e texturas psicodélicas, Sofia Freire, 20 anos, é definitivamente um dos grandes nomes geracionais da nova cena musical recifense. Em seu trabalho, a também pianista conjuga os heterogêneos ritmos modernos e clássicos, tendo como inspiração nomes como Bjork e Debussy. Esse complexo de referências e práticas levou a artista a ser selecionada pelo voto popular do Edital Natura Musical 2016.

    Data: 3/2
    Hora: 20h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Bulldozer (Colômbia)

    O grupo Bulldozer chega ao Recife para única apresentação no Porto Musical. Traz na bagagem um repertório repleto de soukous dos anos 80 e 90, funk dos anos 70 e os sons eletrônicos e industriais atuais. Influências como Diblo Dibala (Congo), George Clinton e o Parlamento Funckadelic, James Brown, Nirvana, Kanda Bongo Man (Congo), NIN e outros sons que dão forma a este projeto musical e performático.

    Fabián Morales (guitarra, voz e seqüências) Adela Espitia (voz e percussão) e Sandro Londoño (bateria e voz) são os principais responsáveis deste projeto. Músicos experientes, que trazem ainda um projeto cênico integrado ao som, com movimentos criados por Adela, que também é bailarina.

    Data: 3/2
    Hora: 21h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Nomade Orquestra (SP)

    Formada em 2012 no ABC Paulista, o grupo teve seu álbum de estreia, homônimo, lançado em 2014. O grupo traz pro Recife um ponto de encontro de diferentes vertentes e expressões musicais. Um trabalho autoral de música instrumental com influências do funk70, jazz, dub, rock, afrobeat e ethiogrooves.

    Data: 3/2
    Hora: 23h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • OQuadro (BA)

    “Música preta em constante movimento”. É assim que, de forma direta, o grupo OQuadro se define. Com mais de duas décadas de estrada, a banda fundada em Ilhéus (BA) representa uma vertente do rap que busca inovações sonoras a partir do diálogo com outros estilos musicais e movimentos culturais. As composições do grupo percorrem questões individuais e universais e sua sonoridade vai do ijexá ao afrobeat, sem deixar de priorizar os elementos do rap.
    Intitulado “Nêgo Roque”, o segundo disco d’OQuadro é patrocinado pelo Natura Musical.

    Data: 3/2
    Hora: 23h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Chico César (PB)

    Em plena inspiração poética, o cantor e compositor paraibano
    traz ao Recife, em apresentação aberta ao público, na Praça do Arsenal da Marinha, o show do celebrado disco “Estado de Poesia”. Em sua obra, Chico César aborda o amor e a crítica social.

    Data: 3/2
    Hora: 00h
    Local: Palco/ Praça do Arsenal

  • Zeca do Rolete (PE)

    O velho de pastoril, coquista e mestre griô Zeca do Rolete mostra no Porto Musical, em apresentação no Som na Rural, o coco de roda, umas das principais manifestações culturais de Pernambuco.

    Nascido no bairro olindense dos Bultrins, o artista de 74 anos leva na carreira artística o apelido que ganhou no ofício de vendedor de rolete de cana-de-açúcar, que por quase 50 anos foi a renda familiar, junto com a atividade de colecionador e comerciante de antiguidades.

    Data: 1/2
    Hora: 19h
    Local: Som na Rural/ Praça do Arsenal

  • MC Sirica (PE)

    Uma das geniais facetas criativas da artista Catarina Dee Jah, MC Ririca é uma força motriz. A anti-diva da Babilônia. Começou a desenvolver-se cantando em manifestos na rua e em boates. Participa desta edição do Porto Musical, dia 2 de fevereiro, às 19h, lançando o EP intitulado "Fazendo justiça com as próprias mãos", com músicas, riddins e remixes produzidos em várias turnês, em parceria com diversos produtores. Segundo ela, o novo trabalho tem um perfume que nos remete a uma espécie de baile de churrascaria jamaicana.

    Data: 2/2
    Hora: 19h
    Local: Som na Rural/ Praça do Arsenal

  • Edgar (SP)

    Rap experimental seria um eufemismo para definir a pulsante e inovadora obra deste jovem compositor da cidade de Guarulhos (SP). Edgar, em suas palavras, “é um ser nada mimético, milimétrico ou métrico e sim semi-ótico, semi-nu, cru”. Influenciado pela música regional brasileira e outras culturas e ritmos como o eletrônico experimental, trip-hop, blues e dub, essa mistura lhe cai bem, em experiências sonoras inovadoras. Nascido em 1993, começou a atuar na cena da música guarulhense e paulistana em 2010, frequentando batalhas de Mc e outros eventos de rua, mostrando suas rimas e composições.

    Data: 3/2
    Hora: 19h
    Local: Som na Rural/ Praça do Arsenal

  • Amaro Freitas (PE)

    Minimalismo, bebop, afrojazz, samba, frevo e balada. Estas são algumas das sonoridades que permeiam "Sangue Negro", recente trabalho de Amaro Freitas. O pianista e compositor se presenta em #daycase no Paço do Frevo, dia 2 de fevereiro. O show é aberto ao público e Amaro mostra uma reconstrução do jazz com sotaques de frevo, samba e música afro.

    Data: 2/1
    Hora: 13h
    Local: Paço do Frevo

  • Duo Cláudio Rabeca & Gilú Amaral

    Dois talentos da cena pernambucana se unem para uma apresentação instrumental no daycase #Fervendo, no Paço do Frevo, dia 1 de fevereiro. Potiguar radicado no Recife, Cláudio Rabeca cresceu vivenciando de perto os costumes musicais da tradição sertaneja do Rio Grande do Norte e encontrou na cultura pernambucana a essência para desenvolver seus trabalhos musicais e artísticos. Músico profissional desde 1999 canta e toca instrumentos de cordas como rabeca, viola de 10 cordas, violão e guitarra.
    Gilú Amaral é reconhecido como um dos principais percussionistas do estado, com trabalhos de direção musical e um disco solo. Nascido e criado em Olinda, vivencia a música desde a infância e é grande conhecedor as estruturas rítmicas consagradas nos terreiros de candomblé e da cultura popular.

    Data: 1/2
    Hora: 13h20
    Local: Paço do Frevo

  • Camila Ribeiro & Baile Frevo Roots

    Com um estilo inconfundível, o grupo vem proporcionando um trabalho de diálogo entre o frevo e a música latino-americana e afro-brasileira. A ideia é mostrar a atemporalidade
    e versatilidade do gênero genuinamente pernambucano, com experiências sensoriais.

    Data: 1/2
    Hora: 13h
    Local: Paço do Frevo