• Arrete (PE) - Daycase

    Cotidiano, empoderamento feminino, questões sociais, afetos e cultura local são os focos nas mensagens rimadas do trio Arrete, formado pelas Mc's Ya Juste, Nina Rodrigues e Weedja Lins.

    Data: 13/2
    Hora: 13h20
    Local: Paço do Frevo

  • Luísa e os Alquimistas (RN)

    A liberdade de criação é um das características de Luísa e os Alquimistas, grupo potiguar que mescla elementos do pop underground, da música eletrônica nordestina, passando pelo soul e por influências jamaicanas. São presença confirmada no Porto Musical 2020.

    Data: 15/2
    Hora: 22h20
    Local: Praça do Arsenal

  • The Raulis (PE)

    SurfCúmbia é a proposta que os pernambucanos da The Raulis trazem para o Porto Musical 2020. O suingue latino e a peso do surf music formado pelo trio com guitarra, baixo, bateria e sintetizadores.

    Data: 14/2
    Hora: 19h20
    Local: Praça do Arsenal

  • Devotos (PE)

    “O fim que nunca acaba” é o título do disco que comemora os 30 anos da banda de hardcore do Alto Zé do Pinho. Cannibal, Neilton e Celo encerram a primeira noite do Porto Musical.

    Data: 13/2
    Hora: 23h20
    Local: Praça do Arsenal

  • Frente Cumbiero (Colômbia)

    Com uma carreira grande e bem-sucedida, os colombianos tornaram-se um dos maiores representantes na exploração da identidade sonora na América Latina. Liderada pelo compositor e produtor Mario Galeano Toro (também membro fundador da Ondatrópica e Los Pirañas), a Frente Cumbiero é reconhecida como a ponta de lança do novo movimento de cumbia da Colômbia.

    Data: 14/2
    Hora: 21h20
    Local: Praça do Arsenal

  • UNA (PE)

    Esquartejada é o nome do show que UNA apresenta no Porto Musical 2020. De voz marcante e atuação cênica visceral, constam no repertório músicas próprias, parcerias e canções de amigos compositores, como German Ra, Anaíra Mahin, Hugo Coutinho, Karla Linck.

    Data: 13/2
    Hora: 21h20
    Local: Praça do Arsenal

  • Guitarrada das Manas (PA)

    Experimentalismo instrumental aliado a sonoridade regional e mundial. Esta é a
    proposta do duo paraense Guitarrada das Manas. Formado pelas
    multinstrumentistas Beatriz Santos (Beá), nos sintetizadores e programações, e
    Renata Beckmann, na guitarra, o projeto é considerado ousado e pioneiro em
    executar o gênero, comumente tocado, até então, apenas por homens.

    Símbolo do protagonismo feminino em um cenário amazônico, o Guitarrada das
    Manas pesquisa os ritmos regionais difundidos pela Amazônia, como a cumbia, a
    lambada, a guitarrada e o carimbó, além de buscar responder à dúvida que as
    inquieta sobre a participação de mulheres em projetos musicais envolvendo a
    Guitarrada.

    Data: 15/2
    Hora: 13h20
    Local: Paço do Frevo

  • Maria Beraldo (SP)

    No seu primeiro disco solo, Maria Beraldo, que compõe a cena musical brasileira junto à banda de Arrigo Barnabé e integrante da Quartabê e do Bolerinho, vem ao Porto Musical 2020 sozinha no palco num show autobiográfico que mescla o pop e a música eletrônica.

    Data: 15/2
    Hora: 19h20
    Local: Praça do Arsenal

  • Vox Sambou (Haiti)

    Considerado o embaixador do hip-hop haitiano, Vox Sambou fará showcase no Porto Musical 2020. Fundador do grupo Nomadic Massive, vem para o Recife em carreira solo, mesclando ritmos tradicionais da cultura de seu país com elementos do afrobeat, jazz e reggae.

    Data: 13/2
    Hora: 19h20
    Local: Praça do Arsenal

  • Aíla (PA)

    Músicas das periferias do país, do pagodão baiano ao tecnobrega, ambientadas numa atmosfera eletrônica contemporânea, é a linguagem da artista paraense Aíla. Com seu segundo álbum, recebeu indicações a Prêmios importantes, como melhor videoclipe no WME Awards. No Spotify, o primeiro single já acumula quase 200 mil execuções.

    Data: 14/2
    Hora: 20h20
    Local: Praça do Arsenal

  • ENME (MA)

    Destaque na plataforma spotify na playlist LGBT, a artista queer maranhense Enme, é uma das atrações do Porto Musical 2020. Desde 2014 busca criar um espaço de discussão social acerca do protagonismo negro e disseminação da arte.
    Ela também é rapper, dj, compositora e dragqueen. Enme carrega em sua música e produções audiovisuais, discussões acerca do racismo e a apropriação cultural.

    Data: 15/2
    Hora: 21h20
    Local: Praça do Arsenal

  • A Hora do Frevo

    A Hora do Frevo

    Data: 14/2
    Hora: 13h20
    Local: Paço do Frevo

  • Siba (PE)

    Embalado pelo Coco e suas mil variedades de ritmo e poesia, Siba lançou no ano passado o seu terceiro álbum, o Coruja Muda.

    Já disponível em todas as plataformas digitais, com lançamento realizado pela EAEO
    Records e YB Music, projeto é composto por 11 faixas de versos curtos e refrões insistentes,
    às vezes com longos desenvolvimentos do tema. A partir disso, tudo se embaralha às
    referências mais fundamentais do artista. Entre elas, a cultura popular da Mata Norte
    pernambucana, a música popular brasileira de ascendência nordestina e inspirada nas
    tradições de poesia oral da região, a música da diáspora africana e seu refluxo na música
    moderna do continente, especialmente no Congo.

    Data: 14/2
    Hora: 23h20
    Local: Praça do Arsenal

  • Ave Sangria (PE)

    A mais cultuada banda da psicodelia pernambucana está de volta. 45 anos depois de seu emblemático disco de 1974, os integrantes originais Marco Polo (voz, composições), Almir Oliveira (voz, guitarra base, composições) e Paulo Rafael (guitarra solo e viola), se reuniram para traçar novos planos de voo.

    Data: 13/2
    Hora: 22h20
    Local: Praça do Arsenal

  • Filipe Catto (RS)

    O artista gaúcho alcançou fama ainda cedo, ao ter suas músicas em trilhas sonoras de novelas, como “Cordel Encantado” e “Jóia Rara”. Para o show do Recife, Catto vem com a turnê “O nascimento de Vênus”, com canções do seu último álbum e sucessos anteriores.

    Data: 15/2
    Hora: 20h20
    Local: Praça do Arsenal

  • CHINA (PE)

    Em seu novo disco Manual de Sobrevivência para Dias Mortos, CHINA volta às suas raízes com elementos da cultura popular pernambucana e referências ao Baião e Frevo. Carregado de percussão e guitarras pesadas, as letras versam sobre as atuais condições políticas e sociais que vivemos.

    Data: 13/2
    Hora: 20h20
    Local: Praça do Arsenal

  • Coco de Toré Pandeiro do Mestre (PE)

    Criado há 18 anos pelo músico Nilton Júnior, o Coco de Toré Pandeiro do Mestre, sintetiza diversos estilos de coco e, principalmente, fundamenta suas letras e música nas raízes de etnias indígenas pernambucanas.

    Data: 14/2
    Hora: 22h20
    Local: Praça do Arsenal

  • Jessica Caitano (PE)

    Jessica Caitano, natural de triunfo, é cantora, compositora, rapper, coquista, percussionista, poetisa, educadora e ativista. Ela faz parte do grupo Radiola Serra Alta. Para o show no Recife, ela vem acompanhada do multi-instrumentista paraibano Chico Correa.

    Data: 15/2
    Hora: 23h20
    Local: Praça do Arsenal